Paloma Silva

Paloma Silva, "A Cidadã"

Adolescente de 17 anos, nascida e criada em Rio Paranaíba

Paloma Silva, "A Cidadã"

Bolsista junior no Laboratório de Genética Ecologica e Evolutiva Da UFV-CRP desde os 15 anos

Paloma Silva, "A Cidadã"

Estudante do 3° ano do Ensino Médio da Escola Estadual Dr. Adiron Gonçalves Boaventura

Paloma Silva, "A Cidadã"

Paloma Silva ganhou o prêmio Arthur Bernardes da UFV em 2010 com o projeto de estudos genéticos de peixes

Paloma Silva, "A Cidadã"

Filha de conterrâneos Geraldo Magela "Saruê" e Célia

domingo, 6 de março de 2011

Aprenda a diferenciar o LUCRO do ABUSO

Irônica como sempre, aqui estou:


Lucro é o retorno positivo de um investimento feito por um indíviduo ou uma pessoa nos negócios. (fonte: wikipédia)
O termo ou idéia de abuso aplica-se a qualquer ação humana onde exista uma pre-condição de desnível de poder, seja ele sobre objetos, seres, legislações, crenças ou valores.  (fonte: wikipédia)




Queridos leitores, acho que sentiram a falta das minhas criticas e do meu senso de humor regado a ironia por estes dias. Estive um tempo sem internet e com outros compromissos profissionais os quais tomavam grande parte do meu tempo e raciocínio. Pois bem, estou de volta e pra falar sobre o abuso acometido pelos comerciantes e locadores de imóveis rio paranaibanos.
Bem sabemos que a vinda da UFV- Universidade Federal de Viçosa - para Rio Paranaíba trouxe mais do que avanços educacionais para um cidade que antes vivia a margem das universidades particulares da região, trouxe também uma sede incontrolável pelo dinheiro. É fato que grande parte dos moradores de Rio Paranaíba veem a UFV como um chamativo panfleto comercial, pra enriquecer os já ricos, para enriquecer os de classe média e para empobrecer os já miseráveis. Pois bem cidadão, coloquemos as cartas na mesa para melhor analisarmos o que ocorreu em Rio Paranaíba desde a implantação da UFV e a vinda de universitários, observamos grande  aumento dos preços dos aluguéis e aumento nos preços sobre serviços prestados. 
Lucrar é uma coisa, abusar é algo totalmente diferente, entendam. As cidades vizinhas São Gotardo, Patos de Minas e Carmo do Paranaíba estão chamando a atenção dos universitários pelos preços mais acessíveis e com certeza por serviços de melhor qualidade, o que já deixa Rio Paranaíba numa situação ameaçadora e cabível de um pensamento comercial mais elevado, deixando o abuso de lado.
O aumento de aluguéis é o que mais impressiona a todos, há locais em que o preço aumentou 200% e isso em um contrato em que agua e luz devem ser cobrados separadamente, o que para uma pessoa o custo de vida na cidade passará de 600,00 reais no MÍNIMO só com a moradia. Realmente, Rio Paranaíba me impressiona! De um lado políticos de má índole e de outro, algumas pessoas que não sabem diferenciar abuso de lucro.
Pulemos agora da massa universitária para a massa festeira, nossa cidade com certeza tem um dos carnavais mais animados e frequentados da região do Alto Paranaíba, e como de praxe, parte dos moradores quando ve alguma oportunidade enfiar a faca, já começam a afiá-la. Aluguel de casas por 2000,00 reais, de onde é que já se viu algo assim? Abadás de 100,00 reais, de onde tiraram que Rio Paranaíba virou Salvador?
Já ouvi vários foliões de fora da cidade, dizendo que se ano que vem for do mesmo modo, vão procurar lugares melhores pra ir e acredite leitores, eles vão mesmo. No Carnaval somos ótimos, realmente, mas não contemos com a sorte de que somos os únicos.
Volto a dizer: Lucro é uma coisa, abuso é outra bem diferente!
O aumento de preços de certos serviços e produtos são equilibrados quanto a lei de oferta e procura, o que em Rio Paranaíba precisa ser recapitulado e ensinado corretamente aos comerciantes, pois logo veremos que quando todos os prédios em construção estiverem prontos, de certo o aumento da concorrência acarretará numa queda de preços, então nossos queridinhos "abusados" vão ter que diminuir os preços bruscamente para que possam entrar no mercado. E mais, quando os imóveis pararem de ser procurados, pelo fato de  outras cidades oferecem preços abaixo dos "nossos", acabaremos tendo que abaixar os preços também, pois abuso sempre acaba e o que prevalece é o capitalismo e suas leis econômicas.
Então rio paranaibanos, tenho que dizer que o abuso comercial da nossa cidade acabará por consciencia (o que eu acho difícil) ou por força maior mesmo deste mercado muito bem equilibrado, não há escapatória, não há futuro nisto.
Bem, este problema dos abusos afetam só os universitários? Não, não. Como sabemos, em Rio Paranaíba há grande incidência de nativos sem casas para morar o que os leva a procurar imóveis para locação, estes que não tem sua casa, de certo não as tem por problemas financeiros, o que já leva a crer na dificuldade de pagar tais aluguéis. É como disse, ricos enriquecendo e miseráveis empobrecendo cada vez mais.


Acho que a convivência com políticos corruptos, cassados ou apenas processados em justiça acabaram de influenciar no comportamento comercial rio paranaibano, são políticos roubando a população e população roubando a própria população.


Nunca perco a chance de alfinetar!


Tenho dito;
Paloma F. Silva, cidadã de Rio Paranaíba.



quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Rio Paranaíba - entre pagar e prometer!

E quando chegar a época de eleições municipais, eu posso lhes garantir que aqueles político que antes corriam de vocês vão lhes perseguir. Vão encher seu ego de promessas, vão lhe sugar todos os sonhos e quando ele estiver no poder, ele comprará um carro novo de vidros com isulfilme e fingirão que não são eles. Eh, meu rio paranaibano, eleição é assim!
E o mais incrível da eleição é a promessa, prometem ruas com asfalto novo, casas reformadas, ônibus escolares, creches, hospitais, médicos de qualidade, falta pouco dizer que vão fazer uma pirâmide na entrada da cidade. Mas sabe o que é mais engraçado leitor? É que nenhum candidato te promete acabar com a divida da cidade com os cofres do governo. Pois é amigos, acham que está tudo bem aqui na cidade, mas não está não! Segundo fontes confiáveis dentro da própria prefeitura e também de outras autoridades rio paranaibanas (lembrando leitor, esta autoridade tem caráter e muito caráter, apesar de Rio Paranaiba ser uma cidade de pessoas pouco confiáveis dentro da politica, ainda há aqueles os quais eu tiro o chapéu) a divida de Rio Paranaiba esta na faixa de 10 milhões. Sim leitor, isso mesmo que você leu 10.000.000 de reais. Isso tirando novos empréstimos que foram feitos que ainda aguardo confirmação da veridicidade. Esta divida leitor, foi acumulada a décadas, entrava mandato, saía mandato e os prefeitos faziam mais empréstimos e pagavam pouquíssimo do que deviam fazendo com que a divida aumentasse muito.
Agora me diz aqui cidadão: Como fazer melhorias na cidade se não tivermos créditos nos cofres do governo?
E mais uma coisa, pra onde está indo todo este dinheiro? Porque para melhorias na cidade eu não estou muito certa de que foi.
Pois observem bem, o hospital novo até hoje não foi concluído mas a verba foi liberada pelo governo, então porque não começou ainda? E não venham me falar que começou porque eu fui pessoalmente ver como estavam as obras e o que vi foi entulho. O asfalto das casas populares, onde está? Nem vou responder essa, está muito fácil! Melhorias no esporte não foi, porque o prefeito não aceitou as solicitações de material esportivo. Ah, se bem me lembro, deve que uma pequena parte foi jogado fora com a construção do muro do novo cemitério, que por causa da incompetência de alguém que parece não ter percebido as nascentes de agua nas proximidades do local foi perdido dinheiro naquilo!
Ah, e pro meu bolso também não foi não, me ponham fora desta!

Acabar com a divida não é fácil, mas para que fazer outras? Já sei, é que assim a divida vai sendo empurrada com a barriga para o próximo mandato e depois para o próximo, até que um dia já não sei mais o que acontecerá com nossa terra.
Acho que as autoridades deveriam usar da economia doméstica dentro da prefeitura, talvez funcione! Precisamos de algo na cidade que aumente o fluxo de capital, aumente impostos arrecadados e assim poderemos pagar a nossa divida. Eu disse PAGAR autoridades, PAGAR! Deixem as pirâmides pra outro mandato!


Desculpem a grande quantidade de ironia, mas é que a situação me é tão triste que preciso ironiza-la para não cair em prantos sobre o computador!

Tenho dito,
Pallomah F. Silva, cidadã de Rio Paranaíba;

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Jornal de Rio Paranaíba - Novo Rio


"Liberdade de expressão é o direito de manifestar livremente opiniões,idéias e pensamentos. É um conceito basilar nas democracias modernas nas quais a censura não tem respaldo moral.

Constituição brasileira de 1988
  • Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
    • V - o pluralismo político
  • Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, àigualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
    • IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
    • VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
    • IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença
  • Art. 220º A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
    • § 2º - É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística."Retirado do Wikipédia
"Art. 15.º A sociedade tem o direito de pedir contas a todo agente público pela sua administração."Declaração dos diritos do homem e do cidadão


""Um jornal serve para servir", concluía o épico texto de um jornalista brasileiro que o então (2004) diretor interino do DN, José Manuel Barroso, afixou na redação. Estava lá tudo o que é suposto um jornal ser e fazer. Ser verdadeiro - o que não significa dizer sempre a verdade, mas tentar fazê-lo. "





Quando soube da iniciativa do jornal fiquei até com vontade de parabenizar, mas quando tive contato com o próprio jornal eu realmente tive aquele impacto negativo. Criticas devem ser aceitas e usadas para o melhoramento daquilo que é criticado, é assim que funciona tudo que  envolve no entretenimento e informação, porque nem sempre agrada a todos. É fato! 
Mesmo eu não tendo experiência o bastante para poder criticar, eu como leitora do jornal me vejo obrigada a tratar de certas questões. 
Quando se trata de jornalismo, nem sempre tratamos da verdade em si, mas procuramos ser os mais próximos possíveis disso. A linguagem deve ser clara e objetiva, mas isso não significa que ela deve ser escrita como nós falamos, deve se manter uma postura de seriedade perante a notícia, isso dá credibilidade aquilo que está sendo abordado. 
Erros de português em alguns casos são aceitáveis, mas vi erros gritantes os quais poderiam ter sido corrigidos com o uso de recursos do próprio Word. Lembremo-nos que nós como parte da pequena mídia rio paranaibana lidamos com varias faixas etárias e devemos fazer da nossa linguagem, a mais direta possível, e ainda mais quando se trata de crianças que ao ver erros como esses acabam confundido com o que foi aprendido na escola. E aprendem errado!
Não julgo meu blog perfeito, mas erros gritantes são raros, INVERDADES são raras! Disso eu tenho certeza.
Quando se trata de notícia, não estamos lidando com a informação básica, e sim com algo que ultrapasse as expectativas daqueles que estão lendo. Por isso é tão importante buscar a verdade por trás de questionamentos que fazemos nas informações. Falo isso porque de certo indignei-me com a coluna do Bate Bola (pág. 6), onde era questionada a falta de bolas para a pratica esportiva na nossa cidade.  Somos comprometidos com a verdade, e de certo, se não procurá-la não acharemos, por isso é bom deixar as parcialidades, instintos ou o ACHISMO e procurar as respostas corretas, vindo de fontes confiáveis, assim evitamos  darmos com os burros n'água. Eu já havia falado aqui sobre a falta de investimentos no esporte, de certo esta falta existe, mas não é culpa da divisão de esportes sem dúvida alguma. O representante deste cenário já havia feito pedidos, licitações para material esportivo o qual foi RECUSADO pela PREFEITURA, o que não foi perguntado para ele, assim vendo apenas um dos lados acabamos por dizer inverdades e calúnias. E de forma equivocada o Jornal Novo Rio abordou o tema de um só lado, sem consultar os dois e acabou se mostrando parcial, o que é inadmissível no jornalismo. Acusar, cutucar ou simplesmente achar ou deduzir é muito mais fácil do que ir atrás da notícia correta, dos fatos verídicos, das coisas as quais temos provas de que realmente ocorrem assim. 
A mídia em si influencia muito as pessoas, e cada coisa dita é levada a sério e as vezes levada como o próprio ponto de vista do leitor, tendo assim a mídia papel de interferir na criticidade de quem vê, lê ou ouve aquilo. De fato, muitas pessoas de Rio Paranaíba agora devem estar culpando o responsável pela divisão do esporte por esta ausência de material esportivo, quando na verdade, este responsável correu atrás do material mas levou um NÃO como resposta definitiva daquela que deveria zelar pelo bem estar da população.
Eu me pergunto: Como trabalhar assim, sem apoio do maior órgão da cidade e responsável pela divisão das bem feitorias na mesma?
Impossível não acham? Como então tentar fazer algo, se a Prefeitura não nos dá passagem para isso? Sem a Prefeitura, nada se faz, ou querem que o responsável tire do seu bolso e encha os locais de recreação com bolas? 
Jornalismo de verdade segue aquela linha de "Doa a quem doer". Se a prefeitura não deu apoio que leve ela a culpa pelos seus atos. 



Que esse post chegue aos olhos dos responsáveis por este meio de comunicação, a iniciativa foi ótima, Rio Paranaiba precisa de algo assim! Mas desde que seja feito da maneira correta, da maneira legal, para que não haja inverdades sendo repassadas e encaradas como verdades por quem lê. Há no Jornal informações maravilhosas, mas falta aquele compromisso jornalístico de buscar a informação correta, de correr atrás dos fatos, aquele cuidado de ler, reler e por em prova aquilo que se escreve principalmente com a população rio paranaibana, que é carente de informação e que hoje encontra-se cega diante do que ocorre aqui. 
Sei bem que haverá críticas sobre este post, pondo a julgamento o que digo aqui, mas bem digo a você leitor:
Esgoto na rua, falta de médico, falta de asfalto de qualidade, entre outros problemas que abordo aqui a gente vê na rua, está aos olhos de todos os cidadãos. Sim, é verdade.
Corrupção, compra de votos, suborno, entre outras atrocidades veremos se olharmos para trás e observarmos quantas cassações e processos movidos por causa destes crimes. Sim, é verdade!
Até que seria ótimo, eu ir conversar com o prefeito e saber dele o que ele planeja para acabar com os problemas, mas eu vos digo: Para grande parte da população é quase impossível encontrar-se com ele, imagina pra mim então? 

Eu sou cidadã, e entre mim e a informação contida neste blog há um compromisso de democracia,  ética e respeito com os cidadãos!



Jornalismo é informação e não especulação.
E já ia me esquecendo, Esporte não é laser, é lazer! :)

Tenho dito;
Pallomah F. Silva, cidadã de Rio Paranaíba

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Os maiores bandidos não são aqueles que escondem seus rostos...

Quando penso que sou irônica, me vem a população rio paranaibana me mostrar que é mais ainda! Se alguém trai o seu companheiro na cidade, todo mundo nunca esquece daquilo. Se alguém já matou alguém dentro da cidade, ninguém esquece aquilo. Mas aqueles que te ROUBAM na cara dura vocês esquecem rapidinho não é?
Pois bem, esses é que vocês não deveriam esquecer, sabemos que muitos governantes de Rio Paranaíba já foram caçados, já foram julgados por crimes políticos, entre corrupção, compra de votos, suborno entre outras atrocidades que vemos aqui nesta cidade, e na hora de votar? Quem é que lembra? Pouquíssimos cidadãos lembram-se disto na hora de votar. E aí voltam a ser roubados, voltam a perder as expectativas de melhorias na cidade, e então reclamam demais, falam muito sobre isso, mas o mais irônico é que na próxima eleição eles colocam aquele no poder de novo! Nunca vi isso, ô pessoas que gostam de ser roubadas, incrível, mas bem que em Rio Paranaíba não tem muita opção, você vai para o menos pior já está passando de bom, mas o importante é que quando ele estiver lá no poder vocês reivindiquem o que é de vocês que são melhorias naquilo que lhes foi prometido!
Por favor rio paranaibanos tenham melhor memória, vejam o que está na cara de vocês, escutem o que lhes falo!
As vezes pensamos apenas nas promessas, mas meu caro, não comemos promessas, não estudamos promessas e nem muito menos promessas vão curar nossa enfermidades e não vai educar nosso filhos, eu só peço um pouco mais de racionalidade, um pouco mais de amor a si próprio. Ladrão não é só aquele que veste toca, te empunha-la com uma arma levando o seu dinheiro ou algum outro bem seu não, ladrão também é aquele que veste terno te compra o voto, te rouba os impostos e te deixa no chão!
Mais memória cidadãos, aqueles cinco meses de seu suor de que tanto falo, os quais você trabalhar para pagar seus impostos pode estar sendo usado de modo ilícito e avisado você foi, porque aquele que já foi barrado pela justiça é que coisa boa e justa ele não fez! Fica a dica!

O mundo não mais é decidido pelos gritos dos jovens, e sim, pela ponta da caneta de porcos vestindo ternos de 5 mil reais...


Tenho dito;
Pallomah F. Silva, cidadã de Rio Paranaiba

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Globalização e Capitalismo: o paradoxo e o mutualismo- Parte I

Para quem lembra da postagem da Pangéia Cultural, bem lembra que abordei sobre a robotização humana, que é a padronização de costumes humanos. Bem, observemos então um paradoxo, ou talvez uma aliança entre a Globalização e o Capitalismo para que juntas possam se tornar regimes fortes e sólidos. Apesar da padronização de costumes gerados pela Globalização, no mercado trabalhista o que conta não é a padronização e sim a diferenciação entre os profissionais.
As empresas acostumadas com o natural, com o padrão, buscam então algo que difere um profissional do outro, pois é esse diferencial que o leva a levantar o lucro de uma empresa ou qualidade dos serviços prestados. Enquanto a Globalização prega um consumismo exagerado, as empresas pregam dentro de sua política empregatícia que seja utilizado o menor número de empregados, com o maior índice de qualidade e rapidez na geração de produtos e posteriores lucros. Quanto menos gastos com os profissionais e obra-prima, e maior qualidade e quantidade de produtos (fordismo), maior ainda será o lucro daquela empresa.
Pensemos: Vivemos numa era tecnológica em que cursos de universidades voltados para robótica, nanotecnologia e biotecnologia são os mais procurados e melhores adaptados para o mercado de trabalho; pensando nisso, as faculdades lotam de pessoas procurando esses cursos e em poucos anos temos grande quantidade de pessoas especializadas em tecnologia, assim, o empregador tem variedade de escolha, mas corre o risco de escolhe-los na sorte por que são todos "iguais". Aí, entra a diferenciação movida pelo Capitalismo, vejemos que então um profissional formado em biotecnologia tem então uma formação diferenciada numa faculdade fora do país e com um currículo invejável, diferente dos outros que se candidataram ao emprego, neste caso não resta dúvida, aquele que tem o diferencial vai se sobressair e ganhar o emprego. E sabe como ele conseguiu esse diferencial? Por meio da Globalização, a mesma que padroniza, é a mesma que faz uma afirmativa "Usemos a padronização no meio econômico, quando adquirimos produtos com preços baixos e temos a educação de qualidade que é oferecida por intercambios perante facilitação da Globalização e seu fluxo migratório. Fora isso, usemos de nossos momentos extra-manipulação para aperfeiçoarmos no que o mercado precisa."
Esta então, é o mutualismo entre Capitalismo e Globalização, aquele que usa a Globalização como meio de adquirir com facilidade outros meios necessários para sua inserção no mercado e não usando a Globalização como meio de homogeneização e inserção na sociedade consumista, é aquele que está preparado para usufruir das vantagens do Capitalismo, quando os outros que usam a Globalização de modo errado, acabam usufruindo das desvantagens: desigualdade social, instabilidade financeira e empregatícia, entre outras pragas capitalistas.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Como fazer o meu Ano Novo feliz e de demais rio paranaibanos

Desejo que neste Ano Novo todos os meus desejos para que eu possa estar feliz sejam concretizados, espero que em 2011 as autoridades possam:

  • Asfaltar as ruas onde foram construídas as casas populares;
  • Começar as obras no hospital novo antes que a verba acabe e nada se faça;
  • Consertar a rede de esgoto do bairro Olhos D'água para que não vaze todos os dias pelas ruas;
  • Continuar as reformas de casas prometidas no projeto antes que elas caiam em cima dos moradores;
  • Contratar novos médicos para Rio Paranaíba antes que mais morram a míngua;
  • Acabar com o consumo de drogas aos arredores do Parque do Zarico para que possamos ter segurança ao ir exercitar-nos;
  • Melhorar os eventos de Rio Paranaíba para que nossa cultura seja valorizada;
  • Tapar os buracos das ruas da cidade, MAS com qualidade para que não precise de reforma a cada mês;
  • Instruir aos donos de imóveis para locação a diferença entre LUCRO e ABUSO;
  • Implantar medidas de preservação da biodiversidade rio paranaibana e conter o problema da poluição das águas do nosso famoso e importantíssimo rio Paranaíba;
  • Peço mais ética, mais cidadania nas pessoas, mais caráter para que eu possa me orgulhar de onde moro;

Entre outras coisas mais que são de grande interesse para a população Rio Paranaíba, agora se não é possível fazer nada disso que esta sendo proposto não sei o que ainda está fazendo governando essa cidade...

Feliz Ano Novo e pensem com carinho no que disse. Ano que vem trarei mais postagens, do mesmo modo sempre expressado, sem nenhum medo, com toda a verdade e com todo respeito com você Cidadão!


Tenho dito;
Pallomah F. Silva, cidadã de Rio Paranaíba

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Tráfico: Um ciclo fatal

Sempre que acontece um fato como esse ocorrido em Rio Paranaíba sobre a apreensão de traficantes me vem uma série de questionamentos sobre a segurança pública e iniciativa contra a marginalização. Bem, iremos ser realistas e vamos concordar que acabar com o tráfico de uma vez nós não iremos, de certo, encheríamos as cadeias de traficantes mas o problema das drogas continuariam.
Nós sabemos que quando um traficante é preso, há outro que toma seu lugar, há casos conhecidos de "Damas do tráfico" que são as mulheres dos traficantes que na apreensão do marido elas tomam o poder e "zelam" pelos negócios da família.
Já postei aqui sobre os problemas causados pela escravidão, um deles é o total descaso com negros e brancos pobres que levaram a alta taxa de marginalização, pois na falta de um emprego o qual não era dado a eles pelo próprio preconceito com os "favelados" eram estes então levados a procurar de ilegalidade para buscar o pão de cada dia. Não é que queira taxa-los de bonzinhos, longe disso, o que quero dizer é que marginalização, tráfico de drogas e outras atividades são de causas históricas. Bem notamos que nem todos estes "favelados" são traficantes ou marginalizados, muitos deles vencendo o preconceito e os tabus da sociedade saíram de suas casa para trabalhar nos grandes centros e estudar. Mas o sol não brilha pra todos, isso é fato.
Mas o que me motivou a escrever esta postagem é a seguinte pergunta: Prender traficantes é a solução para a banalização do consumo de drogas? A resposta é NÃO. Sei que é necessário a apreensão destes bandidos, mas o fato é que, se prendemos um traficante o outro vai tomar seu lugar, até que lotemos as cadeias e o tráfico continuará. Analisemos que desde muito tempo venho neste blog tratando de bases e sempre digo que a base de tudo é a EDUCAÇÃO, bem, a educação brasileira precisa de uma revigorada e ensinar as crianças mais do que somar e escrever, mas também o que é certo e o que é errado, com exemplos amplos para maior compreensão. Ensinar-lhes a ética, cidadania e respeito com o próximo, assim, poderíamos evitar que grande parte das nossas crianças se tornem marginais, traficantes, ladrões ou políticos corruptos que pra mim são ladrões mas eu prefiro tratá-los de modo enfatizado assim nunca ninguém os esqueça.
Nós temos o PROERD que já é um grande passo e já nesta brecha queria parabenizar os coordenadores do projeto. Mas concordemos que seria bem melhor que aulas fossem integrais com adição de disciplinas voltadas para a formação do caráter das crianças, assim seria mais firmado a aprendizagem e consequência dessas disciplinas.
Outra questão levantada: O que fazer com os dependentes químicos? Prisão ou tratamento? Sem traficantes, sem dependentes; sem dependentes, sem traficantes; concordam? Pois então, o que fazer com os dependentes enquanto a policia prende os traficantes? Educação do modo que abordei sendo voltada para o caráter já influenciaria as crianças a banalizarem o uso de drogas, mas como nós também necessitamos de medidas rápidas, seria de grande interesse juntar tanto a educação tanto outras medidas para o fim desta praga que assola o Brasil e o mundo. O usuário de droga de fato não está praticando nenhum ato infracionário, o problema está nas conseqüências do uso de drogas que são violência doméstica, roubos entre outras infrações, estes sim são penalizados com detenção. Outro modo seria o tratamento destes dependentes, mas o que vemos de fato não nos alegra, observamos a falta dessas instituição e a grande lotação destas, e além disso, o modo de "tratamento" que eu não chamaria de tratamento. Muitas clínicas de reabilitação usam de métodos abusivos para a detenção destes viciados, usam da violência e do abuso de poder a eles dado para machucá-los. Mas como podem ver lógica neste tipo de tratamento? As famílias levam seus familiares drogados para estas clínicas afim de que não se repitam as cenas de violência dentro de suas casas, para que possam se verem livres dessa praga e logo encontram a própria violência como método de tratamento? Não, isso é inadmissível!
Então o que fazer?
O combate ao tráfico e ao consumo de drogas deve ser uma ação conjunta de vários setores da segurança e saúde pública, o que deve ser levado a sério sem esse descaso com a população que acaba acontecendo muito nas grandes metrópoles e até mesmo em pequenas cidades como a nossa Rio Paranaíba.

Tenho dito;
Pallomah F. Silva, cidadã de Rio Paranaíba