Paloma Silva

Paloma Silva, "A Cidadã"

Adolescente de 17 anos, nascida e criada em Rio Paranaíba

Paloma Silva, "A Cidadã"

Bolsista junior no Laboratório de Genética Ecologica e Evolutiva Da UFV-CRP desde os 15 anos

Paloma Silva, "A Cidadã"

Estudante do 3° ano do Ensino Médio da Escola Estadual Dr. Adiron Gonçalves Boaventura

Paloma Silva, "A Cidadã"

Paloma Silva ganhou o prêmio Arthur Bernardes da UFV em 2010 com o projeto de estudos genéticos de peixes

Paloma Silva, "A Cidadã"

Filha de conterrâneos Geraldo Magela "Saruê" e Célia

terça-feira, 3 de maio de 2011

Promessas e obras inacabadas: pontes para o poder

Ano de eleição é definitivamente o ano em que os políticos lembram-se do motivo o qual eles recebem salário (alto), começa então uma corrida em prol de obras, obras estas que foram promessas da eleição passada.  E tudo aquilo que foi prometido e era para ter sido concluído começa a ser feito, estradas, reformas, pontes, creches, escolas, hospitais e etc.. E o que não é nada surpreendente é que obras pequenas são terminadas bem no finalzinho do mandato e as grandes obras como hospitais, por exemplo, ficam como promessa para a reeleição, é donde surgi aquele discurso: Votem em mim para que eu possa dar continuidade aos meus projetos e blá blá blá... Quando não é reeleição, o governante apóia um e o discurso continua o mesmo, só muda a pessoa: Votem em mim para que eu possa dar continuidade dos projetos de fulandital e blá blá blá...
Essa conversinha já está tão manjada, porém há quem ainda caia nesta historinha para boi dormir, porque no próximo mandato aquela obra só vai ser terminada no fim do mesmo e outra começa a ser feita. É sempre assim.
Porque disso? Marketing e dinheiro são macetes da política a fim de continuar a desfrutar do seu ótimo salário para trabalhar apenas por um ano.
Então se vê que o interesse deste tipo de político não é dar continuidade ao projeto, o interesse é na verdade garantir o salário por mais quatro anos. Promessas de obras públicas é com certeza uma das maiores cartas na manga de políticos, exercer o ciclo de deixar uma obra inacabada é apenas um meio de manipular a população.
Então eu te pergunto cidadão: Porque melhorar a saúde neste mandato se depois não vou poder usá-la como promessa para enganar o povo? Porque melhorar a educação de uma vez sendo que quero usar esta desculpa para conseguir ganhar mais uma eleição? E assim por diante. O motivo de certos políticos não se esforçarem para melhorar os setores públicos no mandato em questão, na maioria das vezes é porque a melhoria dos setores pode ser usada como promessa e meio de manipulação da população depois. E quando o político entra no poder, ele volta a não melhorar aquilo, pois vai ser isto a promessa do político que ele irá apoiar.
Resumindo: grande parte dos políticos não faz o seu papel simplesmente porque ele pode usar esta desculpa para manipular o eleitor e vencer mais uma eleição, garantindo seu salário por mais quatro anos.
Essa é a pura verdade, nua e crua. As promessas feitas para a efetivação de sua eleição só são começadas no último ano de mandato e outras obras ficam inacabadas simplesmente para servir de ponte para um novo mandato feliz mamando nas tetas do governo.
Tirem suas conclusões vocês mesmos, meu papel eu já fiz.

Tenho dito;
Paloma Silva, cidadã de Rio Paranaíba

domingo, 1 de maio de 2011

GLOBALIZAÇÃO E CAPITALISMO: O PARADOXO E O MUTUALISMO- PARTE II

Globalização e capitalismo: o paradoxo e mutualismo- Parte I


     O ser humano nos seus primeiros contatos com natureza viu nela uma chance de obtenção de alimentos e de demais meios que garantissem sua sobrevivência. Esta maneira de pensar e agir perante a natureza teve sua continuidade até o feudalismo, onde os senhores feudais plantavam em suas terras aquilo que era necessário para sua sobrevivência e parte daquilo era dada ao vassalo e posteriormente ao camponês.  A agricultura de subsistência tem fim bem na época em que as culturas eram trocadas como forma de obtenção de alimentos diferentes, o que gerou a necessidade de maior produção e maior acumulação de bens para trocas. A ascensão da nova classe social, a burguesia, fez com que estes pequenos atos de trocas acabassem virando um lucrativo tipo de comércio, fazendo então com que as iguarias das terras que futuramente fossem exploradas, o artesanato e os produtos agropecuários fossem comercializados por meio da moeda, do capital.
A própria expansão marítima só foi possível graças a um grande acúmulo de capital, e esta prática foi adotado por vários povos.
A acumulação de capital por sua vez, torna-se um ciclo, onde para acumular este capital é necessário produzir, explorar, enfim, fazer algo para a obtenção de lucro. Bem sabemos que a matéria-prima para praticamente todos os produtos que consumimos encontra-se na natureza, entende-se então que a exploração de matéria-prima, posterior transformação e distribuição destes produtos quando feitos de modo errôneo e com o intuito de lucrar apenas acabam degradando a natureza.
A não utilização de filtros nas indústrias, o descarte incorreto de materiais químicos, o uso de carros com defeito nos motores ou com combustível adulterado ou mesmo mais poluente, o descarte incorreto do lixo domiciliar, a transformação de mata em áreas de pastagens, o corte de árvores sem procedente reflorestamento, indução de queimadas para o melhoramento da pastagem, caça de animais silvestres e/ou em extinção, entre outros atos de autoria humana são as causas principais dos problemas ambientais que vemos atualmente. Tais práticas na indústria reduzem o custo com a produção, fazendo com que o retorno do lucro seja maior, enquanto a apropriação e adequação de todos os processos para um método ecologicamente correto é com certeza de grande prejuízo. O que devemos lembrar é que este prejuízo é momentâneo perante o prejuízo causado pela não adequação das indústrias às normas ambientais, pois a continuidade de atividades errôneas acarretará uma série de problemas ambientais como: extinção de animais, vegetais, petróleo, enfim recursos naturais, aumento da temperatura, derretimento das calotas polares, surgimento de novas doenças, redução na qualidade, aumento na produção de dióxido de carbono, etc..
Causas deste mal? O egoísmo e a ganância humana de fato são os maiores fatores para isto, além do mais, a globalização influencia o capitalismo, pois a mídia é a principal incentivadora do consumismo. Para consumir mais precisamos ter mais capital acumulado, isso inquiri em produzir mais com custo baixo para vender mais caro e obter mais lucro, isso por sua vez que faz com que o outro consumidor tenha que produzir mais e ganhar mais, para consumir mais. Tornando isso um ciclo. Com certeza este é um dos maiores exemplos do mutualismo existente entre capitalismo e globalização.
A resposta para isso foi sempre uma só: Conscientização. Necessita-se de escolas ensinando a preservação, a subsistência ainda praticada em aldeias indígenas no Brasil, métodos de produção ecologicamente corretas e mais ainda, escolas que estejam preocupadas na formação do caráter da criança e do adolescente em prol de uma sociedade futuramente mais ética, mais respeitosa, mais preservadora da natureza e isso sem impor, mas ensinando a importância e fazendo com que atos simples como fechar a torneira enquanto escova os dentes, jogar lixo no lixo sejam automáticas como saber que dois mais dois são quatro. Ações estas que na infância parecem não ser nada, mas quando esta criança estiver maior, estudada, dona de sua própria indústria, ela ache necessário colocar filtro nas chaminés de suas indústrias, instigar a reutilização e reciclagem de materiais utilizados lá dentro.
Lembremos bem que quando se tratando de crianças, estas que dizemos ser o futuro, regras e leis são impostas de uma maneira a qual se torna chato fazer, mas quando ações como estas se tornam parte fundamental do caráter, este sendo imutável como ser, bem sabemos que a próxima geração será consciente do que faz com o mundo e pronta para conscientizar outras gerações.

domingo, 24 de abril de 2011

Diferenciando Cidadania e intrometimento

Pelo que eu ouço e vejo em Rio Paranaíba, há pessoas as quais ainda não sabem diferenciar cidadania, intrometimento e falta de respeito, então acho-me no direito de esclarecer bem estas questões. Muitas pessoas quando deparam-se com o Blog A Cidadã tem a atitude errônea de taxar-me intrometida, o que me causa crises de risos constantes perante tamanha ignorância. Primeiramente isto é um Pré-conceito pois a pessoa quando diz que o que eu faço é intrometimento, na verdade mau sabe dos seus próprios direitos, porque se soubesse não estaria duvidando dos meus.


Começarei com a Cidadania, algo tão importante deveria ser matéria obrigatória nas escolas, pois quando se sabe o que é isto e está proposto a exercê-la, você acaba desencadeando uma série de valores como ética e respeito. Para que não haja dúvidas, posto aqui um texto extraído do CODIC - Coordenadoria dos Direitos da Cidadania :



"Cidadão e Cidadania - O que é ser Cidadão
Afinal, o que é ser cidadão?
Ser cidadão é ter direito à vida, à liberdade, à propriedade, à igualdade perante a lei: ter direitos civis. É também participar no destino da sociedade, votar, ser votado, ter direitos políticos. Os direitos civis e políticos não asseguram a democracia sem os direitos sociais, aqueles que garantem a participação do indivíduo na riqueza coletiva: o direito à educação, ao trabalho justo, à saúde, a uma velhice tranqüila.

Como exercemos a cidadania?
Cidadania é a expressão concreta do exercício da democracia. Exercer a cidadania plena é ter direitos civis, políticos e sociais. Expressa a igualdade dos indivíduos perante a lei, pertencendo a uma sociedade organizada. É a qualidade do cidadão de poder exercer o conjunto de direitos e liberdades políticas, socio-econômicas de seu país, estando sujeito a deveres que lhe são impostos. Relaciona-se, portanto, com a participação consciente e responsável do indivíduo na sociedade, zelando para que seus direitos não sejam violados. 
A cidadania instaura-se a partir dos processos de lutas que culminaram na Independência dos Estados Unidos da América do Norte e na Revolução Francesa. Esses dois eventos romperam o princípio de legitimidade que vigia até então, baseado nos deveres dos súditos e passaram a estruturá-lo a partir dos direitos do cidadão. Desse momento em diante todos os tipos de luta foram travados para que se ampliasse o conceito e a prática de cidadania e o mundo ocidental o estendesse para a s mulheres, crianças, minorias nacionais, étnicas, sexuais, etárias."
E eu ainda ressalvo algumas partes do Estatuto do Homem que eu acho importante:
Art.5. Fica decretado que os homens
estão livres do jugo da mentira.
Nunca mais será preciso usar
a couraça do silêncio
nem a armadura das palavras.
O homem se sentará à mesa
com seu olhar limpo
porque a verdade passará a ser servida
antes da sobremesa.
Art. Final: Fica proibido o uso da palavra liberdade,
a qual será suprimida dos dicionários
e do pântano do engano das bocas.
A partir deste instante
a liberdade será algo vivo e transparente
como um fogo ou um rio,
e a sua morada será sempre
o coração do homem.
Participar das decisões políticas, cobrar promessas feitas pelos candidatos, exigir melhorias naquilo que realmente a população necessita são papéis do cidadão. Caluniar, ofender e mascarar isto de cidadania e compromisso com a verdade é anti-ético e parcial.
Intrometimento é o mesmo que ser enxerido, mexer onde não deve, intrometer é quando o político mexe com o dinheiro público para fins próprios, cidadania é o que eu faço, é o que eu defendo. 
Estamos num país de regime democrático, onde você como pagador de seus impostos e correto perante a justiça tem o direito de dizer, de gritar, de defender aquilo você acha certo, aquilo que você acha que necessita. Acho que a população rio paranaibana ainda não entendeu que exercer a democracia e a cidadania não é ir de quatro em quatro anos votar para prefeito e presidente, cidadania vai além disto. 
O problema o qual enfrentamos dentro desta cidade é que os interesses com o cumprimento dos deveres de vereadores e prefeitos não é algo de interesse populacional e sim parcial de certas panelas. Acostumados a vermos grandes movimentações de "puxa-sacos", de "panelinhas" de um lado para o outro da cidade e também de Belo Horizonte e Brasília na tentativa incansavel de tirar os prefeitos do poder, seja do lado que for, esses complôs sempre acontecem independente de quem esteja no poder. Cidadania não é isso, cidadania não é briguinha política, cidadania não é especulação e golpes sujos, eu tenho outro nome para isso. 
Acostumamos também a perceber que a cada mandato e entrada de governante de chapas contrárias, a prefeitura e o serviço público passa por uma reforma geral: puxa-sacos e também simples funcionários que deixam bem claro sua preferência pelo candidato que perdeu, acabam perdendo seus empregos e os puxa-sacos e companhia do eleito preenchem as vagas deixadas. É sempre assim, não há quem negue. Rio Paranaíba é uma cidade na qual a união da sua população é tão grande, que a aproximação do poder da própria população, torna a cidadania um caso de parcialidade, pois cada um quer para si pois sendo amigo daquela panela você acaba sendo privilegiado. E por favor, às pessoas que adoram falar mau dos meus posts pelas costas eu digo que poupem sua saliva tentando dizer o contrário, as pessoas estão cansadas de saber que essa é a pura realidade, infelizmente.
Espero que agora você leitor esteja mais consciente do que o que eu faço é cidadania, as coisas que eu prego é cidadania, o que eu denuncio e o que eu peço é cidadania; o seu político preferido quando rouba o dinheiro dos seus impostos e você vota nele novamente na próxima eleição é intrometimento. E outra coisa, denegrir a imagem de alguém, caluniar é falta de respeito. 
Às pessoas que gostam de me chamar de intrometida, o meu sentimento de pena, saber ler, interpretar e buscar o conhecimento é algo muito fácil e o que me dá pena é o fato de simplesmente julgarem-me porque a carapuça serviu ou eu pisei no seu calo ou de alguns amigos. Pois bem, meu trabalho está feito. Não estou aqui para agradar puxa-saco, na verdade puxa-saco tem é que não gostar de mim mesmo pois a cada palavra minha está uma série de implicações para eles, pois se entra mandato e sai mandato e continua a mesma coisa de sempre é culpa dos puxa-sacos que querem continuar a mamar nas tetas do governo enquanto os outros se arrebentam nas lavouras para pagar seus impostos e ainda passam fome.

Tenho dito, 
Paloma Silva, cidadã de Rio Paranaíba.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Desmentindo as fofocas

Hoje muitas pessoas vieram me procurar na rua me perguntando se o folheto a VOZ DO POVO era de minha autoria, como não sendo, eu neguei. Vejo que as pessoas estão tendo uma visão de mim um pouco distorcida, por mais que eu tenha um compromisso com o cidadão e com a verdade, eu não tenho o direito de sair ofendendo e dizendo coisas que eu não sei. Tudo que está neste blog, está na vista do povo, são verdades, são fatos pois são com estes que eu trabalho.
Se o folheto a VOZ DO POVO fosse de minha autoria, poderiam ter certeza cidadão, que eu teria orgulho e vergonha na cara o bastante para assiná-lo. E digo mais, se fosse MEU eu não deixaria erros de português porque como bem sei, coisas sérias como estas devem ser revisadas por pessoas capacitadas para isto. Não trabalho com especulações, com briguinhas políticas, não sou de ficar de discussão com prefeito, nem com puxa-saco, não tenho modéstia em dizer que estou em outro nível. Sou uma jovem que esta ciente dos seus direitos e deveres como cidadã, pago minhas contas e meus impostos, tenho meu nome limpo na praça, não há o que me caluniar à não ser as mentiras de pessoas com más intenções á meu respeito, enfim, não tenho nada a esconder de ninguém.
Se alguém lhe disse que tem meu dedo nesta história, que foi idéia minha, saiba que é mentira, as coisas que eu faço eu assumo com todo o prazer. E mais, assim como você cidadão, eu vi o folheto jogado na porta de minha casa como qualquer um, então não houve nem vontade da parte dos autores em me entregar isso em primeira mão.

Repito: Não faço parte da oposição, dos puxa-sacos, estou do lado do povo. Trabalho com o povo e para o povo. Não me importa Osama Bin João, Jaime Hussein ou José Maria Kadafi.

Aviso às autoridades e puxa-sacos em geral que se o nome do blog A Cidadã ou o meu nome ou de minha família for citado diretamente e indiretamente em qualquer retaliação a qual eu soube que estão planejando, saiba que a minha retaliação não será no blog, não será em folheto e nem de boca, será na justiça. Eu lido com a verdade, com fatos, já que não conseguiram provar que eu estive envolvida neste folheto, nem tentem, nem caluniem, pois eu não me sujeito a briguinhas políticas, o meu negócio é JUSTIÇA!



Tenho dito;
Paloma Silva, a cidadã de Rio Paranaíba.

Recapeamento do asfalto da rua Irradiante

Há tempos o asfalto da rua Irradiante no bairro Olhos D'água precisava ser recapeado, por que havia muitos buracos e sem condição nenhuma para escapar deles. Hoje voltando da escola, percebi que haviam máquinas da Prefeitura fazendo o recapeamento, com A Cidadã critica, ela também parabeniza e agradece, por mais que não fizeram mais do que o que são pagos, não é todo dia que resolvem trabalhar.

Tenho dito;
Paloma Silva, cidadã de Rio Paranaíba

O folhetim VOZ DO POVO

Para quem apostou o dinheiro da merenda com seu amigo afirmando que eu era a responsável por este folheto ou estou com o dedo metido nesta história, eu lhe digo que você perdeu. Eu não tenho nada a ver com o fato, A Cidadã DESTA VEZ é inocente de todas as acusações procedentes. Nem dinheiro pra lanche eu tenho, quem dirá para fazer uma tiragem grande dessa. Pois bem, como não dou colher de chá a ninguém, assim como fiz uma postagem criticando o Jornal Novo Rio nada mais justo que eu fizesse uma critica sobre este.
Quero deixar bem claro que não faço parte da oposição, nem do pró, estou do lado do povo. Não me importa que seja Osama Bin João, Jaime Hussein ou José Maria Kadafi o que me importa é o povo!
Primeiramente quero dizer que a VOZ DO POVO não é um jornal, pois este serve para informar com imparcialidade dos fatos, já este que temos em mãos é um folhetim da oposição certamente no intuito de "abrir os olhos" do povo sobre certas questões. Mesmo não sendo um jornal, todo meio de comunicação deve ter um compromisso com a verdade sempre, então alguns fatos devem ser colocados em alto para que reivindiquemos a sua veracidade.
Em vista do Jornal Novo Rio posso afirmar que  a VOZ DO POVO está longe de uma colcha de retalhos e isto já é ótimo. Entretanto algumas informações estão confusas por causa da distribuição dos textos.
Erros de português também foram menores, percebe-se que são mais atribuídos a falta de atenção quanto ao uso de letras maiúsculas em nomes próprios. Observamos também uma dificuldade no que se diz ser uma frase, a Cidadã explica:
"Frase é todo enunciado linguístico capaz de transmitir uma ideia. A frase é uma palavra ou conjunto de palavras que constitui um enunciado de sentido completo." by: wikipédia.
Então, há frases no texto que são sem sentido sozinhas, o que gera uma necessidade de integrar-se de uma oração, oração esta que é:
"Já a oração é todo conjunto lingüístico que se estrutura em torno de um verbo, apresentando, sujeito e predicado." by: wikipédia
Formando um período:
"O período é uma frase que possui uma ou mais orações. " by: wikipédia
Neste contexto, posso afirmar que uma frase transmitiria uma idéia certa de algo, este que pudesse ser entendido. Há frases grandes demais que poderiam ser desmembradas em mais de uma e frases curtas demais que acabam não tendo sentido sozinhas necessitando de complemento.
Espero que tenham entendido.


Saímos da gramática e sintaxe e vamos ao conteúdo. Para quem leu o folhetim, percebeu que há muitas afirmações, quem escreveu isso realmente pois as cartas em jogo e pôs em duvida vários fatos. Se metade disso for verdade eu acho que vergonha na cara o povo vai ter em não votar novamente nesses senhores.
Acho que o principal motivo das pessoas terem achado que a Cidadã estava envolvida é o constante uso da ironia, mas posso afirmar, eu sou menos agressiva, eu trabalho com fatos, não uso de artifícios tão maldosos. Bem que a maioria das coisas afirmadas no folhetim realmente tem provas, como o aumento de salário de vereador e presidente da câmara, a existência de uma Secretaria do Meio Ambiente que organiza o Carnaval ( Sabe como é não é cidadão? Secretaria do meio ambiente preocupada com a fauna e a flora durante o carnaval: a cervejinha, as trepadeiras, as chapadinhas, os gambás, dança do acasalamento humano e coisas do gênero), existência auxílio para viagens para o senhor Prefeito, verbas que somem de uma hora para outra, obras que param sem motivos entre outras coisinhas a mais.
Ressalto um pequeno trecho na página 4 no terceiro parágrafo onde diz assim: "O povo vai atrás das prometidas casas e nada consegue além de enrolação. Interessante: para os loteamentos dado aos professores da UFV foi preciso apenas de uma canetada e pronto." Não foi dado aos professores, eles precisam pagar por isso.
O Parque de Exposições e a sua localização eu tenho que afirmar que realmente o Parque tem de ser afastado da cidade para que não haja transtornos assim como em outras cidades. 


Agradeço a quem foi me entregar este folhetim em mãos, folhetim este que me garantiu boas risadas, uma imensa vontade de chorar por causa das atrocidades acometidas na nossa cidade. E digo, parem de apostar e guardem seu dinheiro cidadão, ele está sendo usado de má fé. Vou propor uma vaquinha para asfaltar as ruas das casas populares do bairro Olhos D'água, além de que eu preciso guardar dinheiro para pagar o esgoto que corre por cima da rua da minha casa, imagine que eu tenho que pagar 40% para que ele corra por cima do asfalto, imaginem só o quanto terei de pagar para que ele passe em baixo?


Para quem não leu ainda o folhetim, eu aconselho a ler e ver as fotos também, para que ninguém mais venha me chamar de mentirosa e exagerada, sabe como é não é cidadão? 




Qualquer outra averiguação eu volto aqui e posto mais coisas.
Tenho dito;
Paloma Silva, a Cidadã de Rio Paranaíba.

domingo, 10 de abril de 2011

Nova resposta ao Cidaddão

Pois bem aqui novamente respondo ao cidaddão ao que foi me dito no site do Gilberto José:
 olha paloma eu aceito de boa suas criticas .porem cada pessoa tem uma opiniao formada . nao que eu esteja me bandiando,para lado politico so falei minha opiniao quero mais e que esses politicos e essa cidade se afundao ainda mis so isso e caminha para um novo milenio e uma nova revoluçao  revoluçao essa que nao vai demorar xegar e faleu por ver os recados .

Respeito sua opinião pois é de muita valia, por isso acho que deve ser respondida a altura, pois estamos no mesmo barco, se eu me mostrasse indiferente ao que você fala eu estaria sendo tão omissa quanto os políticos brasileiros. Acho importante debates assim e estou aberta a caso você quiser ter um comigo, debate talvez não, mais um diálogo no qual possamos conversar sobre a cidade. E apesar de você não ter entendido, eu tenho muito respeito e admiração por quem tem opinião formada assim como você. Então no caso quero lhe dizer que o que eu fiz foi o simples fato de exercer meu direito a resposta a sua opinião.

Apesar da opinião ser importante, tem algo que sobressai a isso, chama-se FATOS. E eu trabalho por cima de fatos concretos fazendo as criticas que a mim são cabíveis no meu papel como cidadã. Fatos estes que todos veem, todos ouvem falar... 
Agradeço-lhe a opinião e espero que você venha falar comigo, garanto-lhe que teremos um bom diálogo sempre. 
Esta revolução da qual você fala está por vir, mas nenhuma revolução tem impacto positivo sem que haja uma boa administração.

Tenho dito;

Paloma Silva, cidadã de Rio Paranaíba
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